28 abril 2014

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Boa noite*


Música: Schindler's List theme
Intérprete: John Williams (violin solo by Itzhak Perlman)
Banda sonora do filme Schindler's List

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Pensamento do dia #4


Créditos: Google

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Vamos às pipocas #3

Tenho andado desaparecida mas é que há momentos em que estamos inspirados e há momentos em que nos perguntamos para onde foi a nossa vontade de fazer seja o que for. Ultimamente ando assim, sem inspiração. 
Mas, à parte disso, trago-vos a opinião de uma série que é relativamente recente:

Em The Secret Circle, Cassie Blake era uma adolescente normal e feliz, até que a sua mãe, Amelia, morre num misterioso incêndio. Agora orfã, Cassie muda-se para casa da sua avó numa pequenoa cidade de Change Harbor, onde descobre ser de uma poderosa linhagem de bruxas. 


15 abril 2014

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Pensamento do dia #3



Porque hoje faz anos uma senhora que amo muito... A minha avó! ^^

Boa noite*

13 abril 2014

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Vamos às pipocas #3

O falecido jornalista britânico, Joe Strombel, cuja morte os colegas ainda choram, mantém-se empenhado em seguir uma pista sobre a identidade de “O assassino da Carta de Tarot”, que está à solta em Londres. Mas, na sua actual condição, como consegue ele prosseguir com a sua investigação? Através de Sondra Pransky, que está bem viva. Sondra é uma estudante norte-americana, que está de visita a uns amigos em Londres. Durante um espectáculo de Sid Waterman, um ilusionista americano, Sondra entra em choque quando se apercebe que conseue ver e ouvir Joe. Do além, Joe fornece-lhe o maior furo da sua vida e incentiva-a a segui-lo. Sondra começa imediatamente a perseguir esta grande história recrutando a ajuda do relutante Sid (também conhecido como Speldini). Esta perseguição atira-a para o perfeito Peter Lyma, aristocrata britânico, e Sondra depressa descobre que a paixão da sua vida poderá bem ser o perigoso furo que ela tanto procura.


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Porque a poesia enriquece a alma... #10



Boa noite*

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Pensamento do dia #2




Créditos: Google


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Vamos às pipocas... #2

Hoje trago um filme relativamente recente.

Um grupo de Samurais decididos a vingar a morte e desonra do seu mestre pelas mãos de um cruel Shogun. 


47 Ronin - A Grande Batalha Samurai, é um filme cheio de acção. Baseado na lenda japonesa mais famosa do código de honra Samurai: o Bushido, conta-nos a bravura de 46 guerreiros e a história de Kai, um mestiço, que é acolhido pelo Lord Asano, da província de Ako.

12 abril 2014

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Perdida nas páginas... #48



E após ter terminado o primeiro volume d'As crónicas de Nárnia, chegou a hora dos irmãos Grimm. :D

Boas leituras*
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Momentos*




Não há nada como sentir a brisa do mar.
Ouvir as ondas...
Sentir a fina areia debaixo dos pés...
O quente sol a tocar-nos na pele.
Não há nada como deixar toda a atmosfera de Verão, 
ainda que essa não seja a estação, 
envolver-nos por completo.
Mudando estados de espírito,
de saúde...
Não há nada como nos sentirmos vivos...
Uma vez mais!


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As Crónicas de Nárnia, Vol. I - Opinião

Viagens ao fim do mundo, criaturas fantásticas e batalhas épicas entre o bem e o mal - o que mais um leitor poderia querer de um livro? O livro que tem tudo isso é O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, escrito em 1949 por Clive Staples Lewis. Mas Lewis não parou por aí, seis outros livros vieram depois e, juntos, ficaram conhecidos como As crónicas de Nárnia.
Nos últimos cinquenta anos, As crónicas de Nárnia transcenderam o gênero da fantasia para se tornar parte do cânone da literatura clássica. Cada um dos sete livros é uma obra-prima, atraindo o leitor para um mundo em que a magia encontra a realidade, e o resultado é um mundo ficcional que tem fascinado gerações.
Esta edição apresenta todas as sete crónicas integralmente, num único volume magnífico. Os livros são apresentados de acordo com a ordem de preferência de Lewis, cada capítulo com uma ilustração do artista original, Pauline Baynes. Enganosamente simples e directa, As crónicas de Nárnia continuam cativando os leitores com aventuras, personagens e factos que falam a pessoas de todas as idades, mesmo após cinquenta anos terem sido publicadas pela primeira vez.

10 abril 2014

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Pensamento do dia

Mais uma nova rubrica deste cantinho (que também veio do outro cantinho irmão)...




Créditos: Google


09 abril 2014

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Vamos às pipocas...

E para começar aqui uma das novas rubricas deste cantinho (embora já venha do outro blog Dear Stranger), trago-vos...

A série mostra a chegada de Drácula a Londres, apresentando-se como um empresário americano, que deseja trazer a ciência moderna para a sociedade vitoriana. Na verdade, ele apenas busca vingança das pessoas que destruíram a sua vida séculos atrás. Há apenas uma situação qu pode atrapalhar os seus planos: ele apaixona-se perdidamente por uma mulher que aparenta ser a reencarnação da sua falecida esposa. 

04 abril 2014

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Perdida nas páginas... #27

Agora que terminei O Monte dos Vendavais, esta será a minha leitura de Abril...




Viagens ao fim do mundo, criaturas fantásticas e batalhas épicas entre o bem e o mal - o que mais um leitor poderia querer de um livro? O livro que tem tudo isso é O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, escrito em 1949 por Clive Staples Lewis. Mas Lewis não parou por aí, seis outros livros vieram depois e, juntos, ficaram conhecidos como As crónicas de Nárnia.
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Porque a poesia enriquece a alma... #9


Boa noite*

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Wuthering Heights Fanart



Créditos: devianart

Um dos mais belos desenhos que já vi referentes à obra. Just perfect! :D


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O Monte dos Vendavais - Opinião

A recepção de O Monte dos Vendavais , publicado pela primeira vez em 1847, não foi efusiva. No início, a crítica literária inglesa achou-o estranho, confuso, improvável, ambíguo, excessivamente apaixonado e violento. Não obstante, a história da família Earnshaw e a tumultuosa paixão de Heathcliff e Catherine tornou-se num sucesso. Tudo começa com a viagem de Mr. Earnshaw a Liverpool e a adopção do menino Heathcliff, logo desprezado por Hundley e Catherine, os filhos biológicos de Mr. Earnshaw.

03 abril 2014

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Devaneios



- Que bela conclusão, não é? - observou, após meditar sobre a cena que acabava de testemunhar. - Que fim absurdo para os meus esforços! Emprego todos os meios para demolir as duas casas, trabalho como um Hércules e, quando tudo está pronto e nas minhas mãos, descubro que a vontade me abandonou por completo! Os meus velhos inimigos não me derrotaram; agora seria a ocasião precisa para me vingar deles nos seus descendentes; podia fazê-lo; ninguém me pode deter. Mas para quê? Não me interessa a vingança, não quero ter o trabalho de levantar a mão! Parece até que trabalhei até aqui só para mostrar-me magnânimo, mas o caso é bem outro: perdi a faculdade de gozar com a destruição deles e sou demasiado preguiçoso para destruir por destruir. 

Excerto de O Monte dos Vendavais, de Emily Brontë


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O esforço falhado de Hareton



Passei o dia seguinte triste: em parte por Ellen estar doente e em parte por desejar que o meu pai soubesse das minhas visitas e as aprovasse. Mas, depois do chá, o luar cobriu tudo; e enquanto eu galopava, a tristeza foi-se dispersando. - Terei outro belo serão - pensava comigo mesma; - e o que é melhor, o meu querido Linton também o terá. - Subi o jardim deles e ia dar a volta pelas traseiras, quando o tal Earnshaw me apareceu, pegou nas rédeas e convidou-me a entrar pela frente. Acariciou o pescoço de Minny, dizendo que era um belo animal e que parecia querer falar com ele. Disse-lhe que largasse o meu cavalo ou se arriscaria a receber um coice. Ele respondeu, na sua pronúncia vulgar: - Não pode fazer muito estrago - e examinou as patas de Minny com um sorriso. Tive vontade de fazê-lo experimentar, mas ele afastou-se para abrir a porta e, ao fazê-lo, olhou para a inscrição, em cima e dise com uma voz estúpida mistura de timidez e orgulho:
 - Miss Catherine! Já sei ler aquilo.
 - Óptimo! - exclamei. - Vamos ouvir, então. Ficou inteligente!
 Ele soletrou e leu, sílaba por sílaba, o nome "Hareton Earnshaw".
 - E os números? - perguntei, encorajando-o, ao perceber que ele tinha parado.
 - Ainda não sei ler isso. - respondeu.
 - Fogo, que burro! - exclamei, com uma gargalhada.
 O pateta ficou a olhar para mim, com um sorriso a pairar nos lábios e uma ruga entre os olhos, como se hesitasse em rir também: como se não soubesse ao certo se a minha gargalhada fora fruto de uma agradável familiariadade ou - o que realmente era - expressão de desprezo. Acabei-lhe com as dúvidas ao recuperar a gravidade e dizendo-lhe que fosse embora, pois viera visitar Linton, e não ele. O pateta corou - o luar bastava para que se pudesse ver isso -, deixou cair a mão da porta e foi-se embora, o retrato vivo da vaidade ferida. (...)

Excerto do livro O Monte dos Vendavais, de Emily Brontë


02 abril 2014

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Novidades

Para quem segue o meu outro cantinho (Dear Stranger), já deve saber que eu decidi dar uma pausa. Após deliberar bastante, decidi que não havia mal nenhum em adicionar a este cantinho literário, rubricas sobre filmes, séries e animes como as que eu tinha no outro blogue. Para além disso, também irei postar pensamentos e, quem sabe, alguma música. Espero que gostem :)