Bram Stoker tornou-se famoso com os seus contos de terror, sendo autor de "Drácula", que constitui a principal obra no desenvolvimento do mito literário moderno do vampiro e é hoje uma obra de culto entre os apreciadores do género. Neste livro, o mestre do terror, conduz-nos a um mundo de masmorras sinistras onde eram praticadas inomináveis torturas, horrorosos crimes sem castigo e monstruosos fantasmas assassinos, num ritmo imparável que nos deixa sem fôlego. Um livro que não deve ser lido depois da meia-noite.
OPINIÃO
Quando se fala em Bram Stoker, lembramo-nos de Drácula. No entanto, não é dele que venho falar hoje.
Contos de terror e arrepios é um livro que estava à algum tempo na minha estante e que, tal como tantos outros, ainda não tinha tido oportunidade de o ler. Visto que este ano ando a tentar ler todos os livros que estão parados na estante, decidi que estava na altura de pegar neste.
A minha opinião sobre esta obra vai ser breve: não gostei. E por vários motivos. Quando o comecei, não tinha quaisquer expectativas e ainda bem que assim foi. Não fiquei muito impressionada com as histórias e se o objectivo era aterrorizar, isso não aconteceu. Também é lamentável a tradução feita. Está cheia de erros ortográficos que fizeram com que, em alguns momentos, eu tivesse dificuldades em perceber a história. Talvez isso tenha ajudado a que eu não gostasse do livro, ou talvez não.
O livro é composto por quatro contos, sendo um deles O hóspede de Drácula. Porém também temos um país assolado por gigantes, uma casa de um juiz habitada por "coisas estranhas" e um indivíduo que faz companhia a um casal em lua-de-mel. Tenho de admitir que, dos quatro contos, aquele que me fez ficar um pouco interessada, foi o da Casa do juiz, onde gostei bastante do final.
Mesmo assim, é um livro que tanto faz ler antes ou depois da meia-noite. O terror será o mesmo... Ou seja, nenhum!
Irei incluir este livro no desafio literário 2015. No tópico:
7. Um livro de poesias/contos








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